(Módulo-p. 21) Alguns registros do século passado demonstram que existiam incoerências, que até hoje infelizmente ainda são utilizadas, porém de forma camuflada. As transgressões dos alunos sempre existiram e continuarão a existir. DICA filmítica: ANJO AZUL - Completo http://www.youtube.com/watch?v=R5qDMHX5kFQ - Completo Atividade 1.1 Análise do filme Anjo Azul Quanto de nosso passado está contido em nosso presente?
Muitíssimo!
A educação tradicional ainda está presente nos dias de hoje. É comum vermos cenas ao vivo de situações como as do filme O Anjo Azul, nas salas de aula. Mudanças existem, mas muito tímidas que estão longe da realidade dos alunos que já estão inseridos neste mundo globalizado, numa sociedade consumista e “altamente tecnificada”. Na cena em destaque, o professor havia feito outra escolha, levado por circunstâncias da vida, que o fez passar por tal situação, que desencadeou em abandonar a carreira.
Passou por humilhações, desconforto, contudo reconheceu que aquela não era a sua vida. Então voltou, no entanto não resistiu às pressões, morreu agarrado à mesa, como que segurando aquilo que representava a própria vida, a do professor Imannuel Ratz. Se este professor tivesse adotado outra metodologia de ensino, talvez não tivesse passado por tudo isso, se os alunos encontrassem sentido em assistir àquelas aulas, não teriam levado o professor a passar por tal situação. “A reflexão cabe: Repensar o ato de ensinar, apropriar-se de recursos tecnológicos, conhecer outras metodologias, apaixonar-se pelo ato de ensinar; como diz a canção do filme “da cabeça aos pés estou programado para amar e nada mais,”“ transformar o outro e a si mesmo numa busca constante por atualização científica e tecnológica,” para que não se caia na armadilha do desconhecido.
Imagem do Filme O Anjo Azul (1930, 94 min.) Direção: Josef von Sternberg
Je Vous Salue Marie (1985, 75 min.) Direção: Jean-Luc Godard
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